domingo, 9 de junho de 2013
Autores: Otto H. Frank e Mirjan Pressler
Editora: Record
Páginas: 349
Ano: 2012


     Annelisse Marie Frank, era uma menina muito alegre e chamava atenção onde chegava, era admirada por todos, tinha uma vida normal, em seu aniversário, ela ganhou bastante coisas, junto tinha um diário, ela ficou muito feliz e logo começou a escrever nele, coisas do cotidiano de uma garota normal, porém, dias depois uma notícia fez com que toda a família entrasse em desespero, o pai de Anne, recebeu uma notificação da SS, a ida para o esconderijo já estava planejada, porém foi adiantada em 10 dias, em julho de 1942, quando tinha apenas 13 anos, Anne foi junto com sua família, a família dos van Daan e o Sr. Dussel morar no Anexo Secreto, que se localizava no prédio onde seu pai trabalhava, em Amsterdam, Holanda, na época em que o país era invadido pelos nazistas, comandados por Hitler. 
     Durante esses dois anos Anne narra de forma muito simples tudo o que essas famílias passam no Anexo dentro desse tempo, as ameaças de morte constante, os conflitos consigo mesma e com as famílias, fazendo de seu diário seu único amigo e contando a ele todos os seus segredos, relatando de forma muito emociante tudo o que acontecia, os medos de serem pegos, as dificuldades com fome e noites mal dormidas, outros judeus sendo descobertos e doenças. 
     Depois de um tempo, ela tem a ideia de escrever um diário que pudesse ser publicado, após ouvir uma transmissão na rádio, que incentivava as pessoas a relatarem os eventos ligados a guerra, porque no futuro seria um material muito importante. Ela conta tudo no diário, acrescentando sua notória preferência pelo seu pai, que considerava amoroso e nobre de todo sentimento bom, ao contrário de sua mãe, com quem brigava constantemente. Margot, sua irmã, estava com 18 anos e era uma pessoa que Anne confiava para contar algumas coisas, porém Margot se espelhava em sua mãe, algo que Anne não achava certo, já que não concordava com o que sua mãe fazia.
     Anne sendo orgulhosa e "sabichona", se achando totalmente sozinha e sem ninguém em quem pudesse conversar abertamente, então ela começa a criar uma amizade com Peter van Daan, filho dos van Daan, eles tinham praticamente a mesma idade, ela com 15 e ele com 17 anos, amizade e amor conviviam juntos entre eles. Ela sentia saudade de tudo o que tinha, das suas amigas, de ir a escola, de sair ao ar puro e deixa seu corpo sentir o calor do sol, se sentir a natureza, porém não podia mais, a única visão da natureza era pela janela do sótão, onde passava os dias ao lado de Peter.
     Nos últimos meses em que viveu no Anexo, Anne se tornou muito mais madura, centrada em seus objetivos de ser jornalista e se tornar uma escritora famosa, mesmo ali, naquele lugar desconhecido pelo mundo, Anne escrevia os seus contos e poemas. Apesar de todo conflito, de ouvir a sirene tocar e um bombardeio seguido de um tiroteio sem fim, onde todos morriam de medo, pelas invasões de ladrões no prédio, já que praticamente toda a Holanda estava passando por uma faze ruim, onde até mesmo comida estava difícil de comprar, pois os preços eram muito altos, eles tinham esperanças de que a guerra acabaria e que sairiam ilesos dela, poderiam ser cidadãos normais.
     Em 4 de agosto de 1944, oficiais da Gestapo descobriram o esconderijo e levaram as 8 pessoas dali escondidas, Sr. Kugler e o Sr. Kleiman, os homens que ajudaram eles, pouparam apenas Bep e Miep, as funcionárias da empresa. Conduziram os refugiados para vários campos de concentração, Otto Frank, foi o único que sobreviveu aos campos de concentração, muitos deles foram libertados pouco tempo depois que os integrantes do Anexo tinha morrido, provavelmente Anne e Margot foram enterradas em valas comuns nesses campos, os seus corpos nunca foram encontrados. 
     Otto Heinrich Frank, recebe o diário da filha e como é um dos únicos sobreviventes do Holocausto, ele luta pela publicação dos textos, realizando o sonho de Anne, que era escrever um livro sobre o Anexo Secreto, com o auxílio da escritora Mirjam Pressler, ele consegue alcançar o seu objetivo e lança O Diário de Anne Frank em 1947.


Opinião pessoal: "Não sei o que dizer, é com certeza um dos melhores livros que já li. Tinha muita curiosidade e não imaginava o quão profundo ele era, do começo ao fim parece que Anne está do seu lado contando a história dela pra você. É emocionante, todos deveriam ler esse livro. Sem mais."

* Dani Borgo *

2 comentários:

  1. Esse livroooo! Por causa desse livro eu fiquei completamente apaixonada por segunda guerra. Você já se sente amiga dela quando vai chegando no fim, né?

    www.quintal-decasa.com

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    1. Sim, parece que ela está contando a história pra você, é incrível!!

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