quinta-feira, 22 de setembro de 2016


Título Original: The Overton Window
Autor: Glenn Beck
Ano: 2011
Editora: Nova Conceito
Páginas: 384

“Temos o poder de começar o mundo de novo.”

     Esse é um daqueles livros que vi em alguma foto internet a fora e me encantei já pela capa e sinopse, mas quando comprei (em uma daquelas promoções da Saraiva/Submarino, na qual, eu paguei R$9 por esse livro) ele ficou encalhado na minha estante um bom tempo. Tomei vergonha na cara e comecei a lê-lo, o grande problema foi: preguiça. Fiquei com preguiça de ler qualquer coisa, preferi durante meses filmes e séries a livros. Mas fiz uma maratona de 12 horas e consegui termina-lo. Finalmente.
     Como dito anteriormente, me apaixonei de cara pela capa, eu achei ela linda demais. O tema “conspirações contra o governo e/ou instituições poderosas” me chama muito a atenção, então logo já quis tê-lo.
     A narrativa é contada por diversos personagens, o principal Noah, conta a maior parte dela. Não são personagens que interagem o tempo todo, alguns mal se conhecem e com isso ficamos sabendo algumas partes da história, onde se fosse contada pelo protagonista, não saberíamos.
     Noah Gardner, de 28 anos, é filho de um poderoso dono de uma empresa de relações públicas. O pai de Noah, não se abala com quem é o cliente, pode ser um chefe de Estado ou um mafioso. Ele cria uma solução para aquela empresa à beira da falência, cria um plano para uma futura companhia ou uma saída naquela indústria sem solução.
     Em um dia comum de trabalho Noah conhece Molly, uma moça simples, mas muito perspicaz no que fala, vendo o panfleto ali colocado, Noah percebe que é para uma reunião em um bar e o assunto era para falar sobre o governo e o que havia de errado. De cara, achou que não era o tipo que evento que gostava. Sem ter nada para fazer, Noah decide ir a essa reunião.

“[...] em favor de uma sociedade de duas classes em que elites dominam e todos os que estão abaixo delas são iguais: homogeneizados, subordinados, endividados e impotentes. É isso que a corrupção faz e vai fazer, e nós já deixamos isso acontecer de maneira desenfreada por tempo demais.”

     Lá ele encontra Molly, sua mãe, que é uma das palestrantes, e mais alguns amigos. Mal sabia Noah, que sua vida nunca mais seria a mesma após essa noite porque é aí que tudo começa a mudar e fazer sentido. Eram dois mundos diferentes.
     Nessa mesma noite, durante essa reunião as coisas saem do controle e quase todos ali são levados para a delegacia. Noah percebe que a injustiça existe, não para pessoas com o poder do seu pai, mas para pessoas como Molly e sua mãe, que não tinham condições de pagar advogado caro ou carregava um sobrenome importante. Cada vez mais Noah foi se aprofundando no mundo de Molly.

“Não dá para tirar a liberdade de uma população livre e bem informada; as próprias pessoas têm de abrir mão dela.”

     Daí para o final é só revelações, contradições, perguntas e respostas. A vida de Noah vira de cabeça para baixo, ele chega a um ponto que nunca imaginou, onde precisa decidir entre acreditar em tudo que foi ensinado desde criança a acreditar ou acreditar em tudo que descobriu recentemente; prosseguir ou deixar ir; entre sua família e o amor.
     Ao final da leitura posso afirmar que: gostei do livro; não foi um favorito; está longe de ser um dos melhores ou dos piores sobre o assunto, mas é certo dizer que é um bom passa tempo. De todo é uma edição bacana e sim, recomendo o livro. Acredito que venha a calhar com a situação política que estamos passando.
  
♥♥♥

Espero que vocês tenham gostado, sei que fiquei um bom tempo afastada daqui e peço desculpas. Deixem nos comentários o que acharam e se já leram o livro!


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